Terça-feira, 14 de Dezembro de 2010

The Truman Show (1998) HD trailer

 

 

 

Não estou de acordo com o que esta historia nos transmitiu, temos o direito a um mundo verdadeiro, e não a um mundo fictício, porque cada um de nós só temos uma vida, e cada um tem o direito de escolher o seu nível e modo de vida.

 

publicado por rtiathelder às 15:44
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Aline Barros Álbum Canções de Natal.mp4

 

 

 

publicado por rtiathelder às 15:43
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Melhor Canção de Sempre do Festival - Sobe, Sobe, Balão Sobe

 

 

 

Foi uma musica que me marcou, porque eu era muito pequeno e os meus pais ouviam esta musica variadas vezes, inclusivé adoravam-na.

Sendo assim cresci ouvindo muitas vezes esta musica.

 

publicado por rtiathelder às 15:37
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Pensar antes de publicar

Conhecem o "teorema do macaco infinito"? A ideia pertence a T.H. Huxley, que no século XIX afirmava que o macaco seria capaz de escrever uma peça de Shakespeare. Bastava, para tal, que dispuséssemos de macacos infinitos aos quais pudéssemos confiar máquinas de escrever infinitas. Um dia eles acabariam por medrar qualquer coisa de sublime.


Andrew Keen regressa ao teorema de Huxley em livro que deu polémica nos EUA e foi agora editado entre nós pela Guerra & Paz. Intitula-se "O Culto do Amadorismo". O título, como se costuma dizer, é todo um programa: entregue à multidão ignara - à geração YouTube, à geração Blogspot, à geração Wikipédia; no fundo, aos "macacos infinitos" -, a Internet está a arrasar com o mérito intelectual e artístico; a promover a ignorância e a boçalidade em larga escala; e a cultivar um narcisismo repulsivo em que milhões de alienados usam a rede para exporem os seus delírios.

O problema, no fundo, está na ausência de filtro, capaz de separar a qualidade da mediocridade. Num jornal clássico, existe um editor; na televisão, existe um programador; nos meios de comunicação, existem profissionais que julgam e seleccionam. A Internet é uma selva epistemológica e moral que, acredita Keen, só será espaço frequentável quando os mecanismos de julgamento e selecção tradicionais forem exercidos por profissionais cibernéticos.

Entendo o argumento de Keen. Mas é difícil concordar com o tom alarmista do autor. A Internet é um caos? Sem dúvida. Mas por cada vídeo idiota no YouTube, existem preciosidades musicais, históricas ou até filosóficas que seriam impensáveis há uma década. A melhor forma de enfrentar o "culto do amador" está em procurar, nas famílias ou nos amigos, nos livros ou nas escolas, o profissional em nós. Porque somos nós o verdadeiro "filtro" cibernético; os editores pessoais da informação que procuramos e recusamos; os programadores privados das imagens que nos inspiram ou repugnam.

A Internet mata a cultura tradicional? Pelo contrário: a Internet exige-a como nunca.


João Pereira Coutinho, in Revista Única, Expresso 28/Junho/2010

publicado por rtiathelder às 15:25
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